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Dicas sobre Argentina

  ROTEIRO

Argentina Com cara de Europa, mas é logo ali do lado

O Brasil é o destino internacional número 1 para os argentinos, e a recíproca torna-se cada vez mais verdadeira, com o número crescente de brasileiros
que descobrem a Argentina. E há muito para se descobrir do outro lado da fronteira. O território da Argentina garante-lhe uma diversidade de paisagens naturais e climas, da aridez do norte às geleiras do sul, ideais para oferecer produtos turísticos diferenciados. E esses produtos vão além dos cenários naturais e do charme de cidades como a capital Buenos Aires ou Villa La Angostura, a 80 quilômetros de Bariloche. Os produtos turísticos incluem os vinhos do país, os esportes de inverno ou de aventura e até mesmo as compras. Sejam elas de artigos de couro – uma das especialidades na Argentina –, de chocolates artesanais, outra especialidade, ou de alfajores... Talvez a maior delas! Entre compras e passeios, é fundamental reservar tempo para um café em algum dos muitos cafés de Buenos Aires, um chocolate quente nas chocolaterias de Bariloche, uma taça de vinho nas vinícolas de Mendoza... É assim que você vai conhecer, além dos cenários e produtos turísticos do país vizinho, o espírito argentino. E descobrir que mais do que diferenças, há semelhanças entre brasileiros e argentinos.



Buenos Aires

A capital argentina é conhecida como a capital mais européia das Américas. As amplas avenidas, com edifícios preservados do final do século 19 e do início do 20, os cafés espalhados por todos os lados, até hoje ponto de encontro preferido pelos argentinos, uma herança da tradição espanhola e parisiense, e a sofisticação orgulhosa do anfitrião portenho (adjetivo que caracteriza os que são de Buenos Aires) remetem a cidades como Madri, Barcelona ou Paris.
Essa atmosfera européia pode ser apreciada no passeio  pela principal avenida da cidade, a 9 de Julio. No centro dela, que é considerada a avenida mais larga do mundo,  com alguns pontos que chegam a 140 metros de largura, está o Obelisco, um dos orgulhos dos portenhos. É possível subir ao topo do monumento e observar a cidade. Se for um dia ensolarado, é uma parada obrigatória. Dali é possível observar o Teatro Colón, na mesma avenida, considerado um dos melhores do mundo pela
acústica. No sentido oposto ao teatro, caminha-se em direção à Plaza de Mayo, endereço da Casa Rosada, sede do poder nacional argentino, da Catedral Metropolitana de Buenos Aires, da sede do Banco de La Nación
e do Cabildo, um edifício de arquitetura colonial, que abrigou a prefeitura da cidade. A praça é a principal de Buenos Aires e um dos conjuntos arquitetônicos que enchem os cartões-postais. Mas há muito mais...

Há a Recoleta, bairro sofisticado, onde a atração mais visitada, por incrível que pareça, é o Cemitério de La Recoleta, que não destoa do bairro no quesito sofisticação. Ali está também o Museu Nacional de Belas Artes, um dos mais importantes da Argentina. Quem gosta de arte, vai querer visitar também o Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (Malba), onde está um dos mais famosos quadros brasileiros, o Abaporu, de Tarsila Amaral. Para mergulhar no estilo de vida portenho, é preciso percorrer San Telmo, que reúne a maior parte das construções coloniais de Buenos Aires. Domingo é o dia certo para isso, aproveitando para percorrer a Feira de San Pedro de Telmo, uma feira montada semanalmente na Plaza Dorrego que, além de compras, é endereço de apresentações de tango ao ar livre. O bairro tem excelentes bares e casas de tango, para quem quiser conhecê-lo também pela noite. Para os boêmios, os bairros de Palermo e Puerto Madero – este último o antigo porto, remodelado, hoje endereço de alguns dos melhores restaurantes da cidade – também devem ser explorados.

Mais visitado por turistas – e pelos torcedores do Boca Juniors –, La Boca é um bairro periférico, endereço do primeiro porto da cidade. É famoso pela Calle Caminito, com suas casas multicoloridas, e pela ampla oferta de souvenires e artesanato. Também é um dos pontos onde Buenos Aires se mostra mais italiana, em ruas como a Calle Necochea, repleta de cantina e pizzarias. Para completar, é ali que está o La Bombonera, estádio do Boca Juniors.



Mendoza

Os bons vinhos da região – dona de 70% dos vinhedos da Argentina – foram os primeiros a atrair a atenção dos brasileiros para Mendoza. Mas muito antes de ser destino para os enoturistas, a região atraiu os fãs de aventuras de tirar o fôlego. E ponha fôlego nisso, já que a pacata Mendoza está aos pés do Aconcágua, o pico mais alto das Américas, com 6.962 metros. Hoje, é a soma da aventura oferecida pelo Parque Aconcágua – uma das dez áreas protegidas de Mendoza – e as mais de mil bodegas espalhadas pela região que atrai número cada vez maior de brasileiros.

A paisagem é contundente e, embora possa parecer algo inóspita à primeira vista, é um cenário deslumbrante, daqueles que demoram a sair da lembrança. E o contraste dessa paisagem, que tem o Aconcágua emoldurado por quilômetros e quilômetros de vinhedos, com a tranqüila e agradável cidade de Mendoza deixa o visitante com vontade de prolongar a estada por ali. Aos pés da montanha e entre os vinhedos, descortina-se uma cidade de cerca de 700 mil habitantes – contando o entorno –, com mais de um milhão de árvores.

Há cinco praças principais e três parques que merecem visitas. Se tiver de escolher um de cada, a dica é ficar com a Plaza Independência, a mais central e mais bonita, endereço de uma feira de artesanato tradicional na cidade. O Parque San Martín é o principal e dificilmente não será visitado, uma vez que por conta de seu tamanho – 400 hectares – muitas ruas da cidade cruzam seu interior. Há também uma série de clubes esportivos ali dentro, além do zoológico e do estádio de futebol Malvinas Argentinas, construído para a Copa do Mundo de Futebol de 1978.

Tantas praças e ruas arborizadas convidam a caminhar pela cidade. É caminhando que o visitante pode deter-se mais tempo para observar a arquitetura neoclássica do Bairro Cívico, onde estão os edifícios governamentais, como o Palácio do Governo ou o prédio do Banco Hipotecário Nacional, em estilo barroco espanhol. A Avenida San Martín, onde há uma das entradas para o parque de mesmo nome, é a rua do comércio, ideal para compras e também endereço de bons restaurantes e bares.



Bariloche

A neve, claro, é o atrativo número um de Bariloche. Mas se engana quem pensa que Bariloche é apenas isso, ou mesmo destino exclusivo de inverno. Muito mais do que estações de esqui, a cidade conquista visitantes de países e perfis heterogêneos com variedade: tem atrativos para todos, das compras aos restaurantes, dos bares e danceterias aos cassinos e dos incríveis cenários naturais — afinal, Bariloche está em pleno Parque Nacional de Nahuel Huapi — às viagens de aventura. Embora seja a atração mais famosa, a estação de esqui, diante dessa oferta, é para muitos visitantes apenas mais um atrativo de Bariloche.

É em Cerro Catedral que ficam os badalados 67 quilômetros de pistas de esqui da estação. Dezesseis quilômetros separam as pistas do centro de San Carlos de Bariloche. Muitos dos visitantes que passam por Bariloche
não sabem, mas a pequena San Carlos é uma das quatro cidades instaladas em pleno Parque Nacional Nahuel Huapi. Com área de 700 mil hectares, o parque foi o primeiro da Argentina, criado em 1930. O nome do
parque é o mesmo do lago, o maior do país, que invade o Chile. Com 550 quilômetros quadrados e profundidade média de 250 metros, o lago é navegável tanto do lado argentino quanto na porção chilena, sendo a travessia dos lagos, de um país ao outro, um dos passeios mais comuns e imperdíveis da região.

Com 100 mil habitantes, Bariloche é uma daquelas cidades extremamente acolhedoras. Tem no Centro Cívico, onde estão a prefeitura e outros prédios públicos, seu principal ponto de encontro. A Calle Bartolomé Mitre é a rua do comércio, com várias galerias, muitos restaurantes e preços tentadores. Lá também está boa parte dos bares que recebem os turistas após o jantar e antes do horário de invadir as danceterias: por volta das 2h da manhã. As danceterias, por sua vez, ocupam a Avenida Alejandro Bustillo, que margeia o lago, fazendo com que tenham lindas vistas para o Nahuel Huapi.

A história da cidade é bonita, justificando uma visita ao Museu da Patagônia, no Centro Cívico. É contada por meio das brigas entre os mapuches, indígenas argentinos, e seus rivais chilenos e acompanha a chegada dos desbravadores de origem européia. Não espanhóis, que não chegaram a Bariloche, mas sim os descendentes de alemães e suíços que, a partir do Chile, chegaram à região. Tanto que a história da cidade é recente, tendo como marco de fundação o ano de 1902.



Villa La Angostura

Na margem norte do lago Nahuel Huapi – que significa “ilha do trigre”, em mapuche, a língua falada pelos indígenas da região –, Villa La Angostura é uma dessas cidades de montanhas onde o visitante pode ser convencido
de que há lugares onde o tempo transcorre em outra velocidade. Há apenas 12 mil habitantes em Villa La Angostura, mas o destino recebe o dobro da população no verão – sim, embora os brasileiros ainda associem o destino às férias de inverno, os argentinos invadem a pequena cidade no verão.

Fundada em 1932, a cidade ganhou esse nome por estar localizada no ponto mais estreito da Península  Quetrihué. A atmosfera da própria cidade, como de boa parte de seus restaurantes, bares, casas de chás e chocolates, é intimista, fazendo do destino ideal para quem procura tranqüilidade, privacidade ou mesmo algo mais exclusivo e fora da badalada Bariloche.

Entre as opções de passeios, a visita aos mirantes Quetrihué e Selva Triste é fundamental. Estão logo depois da entrada do Parque Nacional Los Arrayanes e têm vista incrível para os Brazos Rincón e Machete (dois dos sete braços do lago Nahuel), para a ilha Menende, El Messidor, para o estreito canal onde está a cidade e para a pista de esqui de Cerro Bayo.

Depois de conferir essa vista, vai ser difícil resistir ao passeio pelo Nahuel Huapi. Uma das excursões típicas inclui a Ilha Victoria e o Parque Nacional de Los Arrayanes, uma reserva da árvore que dá nome ao parque, única no planeta. Os arrayanes, uma espécie de eucalipto, que normalmente têm entre quatro e cinco metros de altura, atingem no parque até 25 metros.
Independente do destino de chegada, a navegação pelo Nahuel Huapi é em si um passeio, graças aos cenários cercados por montanhas e picos nevados.



Patagônia

No extremo sul do continente americano, a Patagônia  reúne em seis províncias argentinas um destino completo, ideal para quem gosta de aventura – há parapente, rappel, trekking, rafting, escaladas e muitas outras atividades com diferentes graus de “radicalismo” – e perfeito para quem procura tranqüilidade. Afinal, o que pode ser mais tranqüilo do que uma caminhada pela praia para avistar baleias, por exemplo? E os maiores mamíferos do planeta são uma das principais atrações em Chubut, uma das províncias que formam a Patagônia. Ali, as baleias francas marcam presença entre junho e dezembro. Pingüins, lobos-marinhos e golfinhos também estão presentes, mas estes não têm meses preferidos – fizeram da Patagônia seu lar.

Na Terra do Fogo, outra das províncias patagônicas, Ushuaia é a grande atração. A cidade mais austral do mundo é outro dos endereços cobiçados por observadores da fauna. O inverno pode ser duro, mas é combatido com muito mate – afinal, estamos na Argentina – e deliciosos “asados”, os churrascos argentinos. Em meio a muito conforto, a Patagônia Argentina é o local certo para conferir o “exibicionismo” da natureza – não à toa a região abriga 11 parques nacionais do país.



Você sabia que...

... as aulas de tango são muito populares em Buenos Aires? Assim, você pode optar entre a visita a uma das tradicionais tanguerías, como El Señor Tango, El Querandi ou El Viejo Almacén, com jantar e show, ou um lugar menos “turístico”, como as muitas casas onde os próprios porteños fazem suas aulas.

... há mais de 70 monumentos dentro do Cemitério de La Recoleta, em Buenos Aires, declarados Monumentos Históricos Nacionais.

... a Biblioteca Nacional funciona na casa em que viveram o ex-presidente argentino Juan Domingo Perón e sua segunda esposa, Evita.

... a valorização do real faz deste o momento dos brasileiros comprarem por lá.Visitar os shoppings e observar as belas vitrines de Buenos Aires é um programa quase inevitável. O melhor é começar pela Calle Florida, uma zona de pedestres cercada de lojas que inclui ainda a Galerías Pacífico. Há também o Patio Bullrich, com grifes internacionais.

... Cerro Catedral, em Bariloche, tem 2.38 metros, mais de 30 meios de elevação e mais de 60 canhões de fabricação de neve? O local conta com 15 pistas de diversos graus de dificuldade e, para quem precisa se familiarizar um pouquinho mais com o par de esquis, a estação tem uma escola com mais de 150 instrutores preparados para ensinar adultos e crianças, sem problemas com o idioma.


Argentina

Dica de viagem:

Experimentar um delicioso “asado” argentino em um dos excelentes restaurantes de Puerto Madero, região revitalizada de Buenos Aires que hoje atrai turistas de todo o mundo.

Maiores informações

Nossa viagem:

O pacote sob medida para Buenos Aires inclui 03 noites com café da manhã , tempo suficiente para desfrutar da Paris dos subtrópicos, traslados e city tour. Temos desde hotéis simples que cabem em todos os bolsos , até o luxuosíssimo Faena em Puerto Madero.

Diferencial:

Nos pacotes de Buenos Aires o tour de compras está incluído.

UTILIDADES

Aeroporto: Aeroporto Internacional de Ezeiza Ministro Pistarini, a 37 quilômetros de Buenos Aires

Capital: Buenos Aires

Moeda: Peso Argentino (US$ 1 equivale a 3 pesos)

Idioma: Espanhol

Visto: não é necessário para brasileiros

Código de telefone: 54

Eletricidade: 220V

Informações Turísticas: www.bue.gov.ar/home
www.sectur.gov.ar
www.turismo.mendoza.gov.ar

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